Não encontrámos este concelho.
← Ver todos os concelhosAlgarve
Para ver e visitar

No fundo de um dos vales mais bonitos da região, entre pomares e um matagal denso de zimbro. É pequena, mas quem chega até lá costuma ficar — e ajuda a erguer os pequenos abrigos de pedra contra o vento que os banhistas vão construindo com o calhau rolado.

Funciona no antigo Mercado Municipal, um edifício do início do século passado que foi durante décadas o coração da vida social da vila — hoje com salas de exposição e um mini auditório sobre a história e etnografia local.

Aos pés da Torre de Aspa, com mais de 150 metros de altura, é uma das praias mais procuradas da região para o surf. A norte, a Pedra da Laje esconde poças calmas onde as crianças podem nadar em segurança enquanto espreitam a vida marinha.

Ventosa mas de águas calmas, ótima para windsurf e para mergulhar junto aos ilhéus calcários ao largo, onde ainda há vestígios de um centro oleiro romano. Ao lado, a pequena e deserta Praia dos Rebolinhos deve o nome ao calhau rolado que a cobre.

O caminho até à praia passa por menires milenares talhados em calcário. Chegando lá, encontra-se uma baía em forma de concha, de águas calmas e transparentes, ótima para mergulho e cercada por arribas que oferecem vistas fabulosas sobre a costa.

A primeira praia da costa sul depois de dobrar o Cabo de São Vicente, mesmo dentro da vila de Sagres. Abrigada e com quase 800 metros de areia, é o ponto de partida ideal para canoagem ou mergulho nas grutas submersas da enseada.
Praia familiar

Uma das igrejas mais antigas do Algarve, fundada no século XIV como ermida de peregrinação e remodelada no século XV, talvez com o patrocínio do próprio Infante D. Henrique. Os capitéis do arco triunfal escondem símbolos da lenda de Nossa Senhora de Guadalupe.

Praia de pescadores

Um passadiço de madeira acompanha a ribeira até à praia, passando por um bosque de eucaliptos surpreendentemente perto do mar. A arriba a poente é procurada pelos surfistas; o lado nascente fica mais tranquilo.

Deve o nome ao leixão avermelhado que se ergue no extremo sul, onde nasce uma onda famosa entre surfistas. Apesar disso, mantém-se tranquila e quase sem marcas humanas — e é comum avistar falcões a pairar sobre o caminho de acesso.

Escondida entre a ponta de Sagres e o Cabo de São Vicente, desce-se até ao areal por uma escadaria imensa talhada em arribas cheias de grutas. Está dentro da Reserva Biogenética de Sagres — um refúgio de plantas raras tanto quanto de bons surfistas.

Erguida no século XVI para proteger a costa dos ataques de piratas, no local onde a lenda diz que um antigo convento guardou os restos de São Vicente. No seu interior funciona, desde 1904, o farol que ainda hoje guia os navios no ponto mais a sudoeste da Europa continental.

Acolhedora e estreita na maré cheia, liga-se à Boca do Rio por um caminho costeiro com vistas fabulosas sobre o oceano. No trajeto vale a paragem no Forte de Almádena, erguido no século XVII para proteger a pesca do atum dos piratas do norte de África.

A vila piscatória da Salema empresta a esta praia os seus barcos e redes, ainda em atividade — vale a pena esperar o regresso da faina e petiscar polvo fresco depois. Nas arribas, mais surpreendente ainda, veem-se pegadas de dinossauro com 140 milhões de anos.

Ligada ao Infante D. Henrique, que aqui viveu e morreu em 1460, foi reconstruída ao longo dos séculos XVI e XVIII segundo o sistema defensivo Vauban. No interior, a célebre "rosa-dos-ventos" — um relógio de sol que muitos acreditam ser contemporâneo do próprio Infante.

Duas ribeiras encontram-se nesta praia tranquila, erguida sobre os vestígios de uma antiga "villa" romana com mosaicos e frescos ainda por explorar. Subindo o curso de água, não é raro avistar lontras — ou pelo menos os rastos que deixam.

Com origens no século XVI, ganhou o aspeto atual numa grande obra dos séculos XVII e XVIII. Guarda uma imagem quinhentista de Nossa Senhora da Conceição e um teto decorado com pintura de grutescos, pouco comum no Algarve.

Areal a perder de vista, ladeado por arribas de mais de cem metros onde é costume ver saltos de parapente a partir de um miradouro natural. O ar aqui é puro perfume de esteva.

Ponto mais a sudoeste da Europa continental, marcado por falésias imponentes e um farol do século XIX. Já foi considerado pelos romanos o fim do mundo conhecido (Promontorium Sacrum).

Batizada pelas grutas — as "furnas" — esculpidas pelo mar e pela chuva nas arribas cor-de-rosa e ocre. Caminhando para nascente na baixa-mar, vão-se descobrindo novos areais e formas rochosas escondidas.

Aldeia tradicional

Igreja manuelina do início do século XVI, com portais e arco triunfal no mesmo estilo que marcou a época dos Descobrimentos — o Infante D. Henrique, que residiu na Raposeira, terá aqui rezado.

Construída para proteger a armação de pesca do atum do Beliche dos ataques de piratas, guarda no interior uma capela cúbica dedicada a Santa Catarina, no estilo dos antigos morabitos. Sofreu danos sérios no ataque do corsário Francis Drake em 1587 e no terramoto de 1755.

É a última praia a poente antes do Cabo de São Vicente, e surpreende pela geologia: aqui encontram-se o xisto escuro da costa vicentina e os arenitos alaranjados e calcários claros do sul, esculpidos lado a lado.

Praia urbana e piscatória que marca o limite poente do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. Os barcos de pesca ainda dividem a areia com os banhistas, e à noite dá para petiscar o peixe do dia mesmo ali ao lado.

Deixa-se o carro a 800 metros e desce-se a pé por um dos vales mais bonitos do litoral, entre figueiras e oliveiras. Tem um certo ar de fim do mundo — tranquila, pouco frequentada, com ruínas de uma fortificação do século XVI a nascente.

Do areal vê-se a Fortaleza de Sagres, do século XVI, e ao longe o farol do Cabo de São Vicente. Menos abrigada que a vizinha Beliche, a descida faz-se por uma rampa larga onde a chuva esculpiu desenhos na rocha ao longo dos séculos.

Surge de repente, depois de uma curva apertada da estrada, no fim de um vale verde. Na baixa-mar dá para caminhar até ao Castelejo, ao longo de quase 3 km de areal contínuo, admirando as camadas de rocha dobradas pelo tempo.

Chamada de "Joia Vicentina", é uma das raras praias onde a vegetação das dunas chega até à linha de água. No extremo sul, uma pequena cascata de água doce desce a arriba diretamente para a areia — um recanto quase secreto, sempre deserto.

Vila piscatória

Farol histórico

Um pequeno areal deserto a nascente do Martinhal, batizado pelo calhau rolado — os "rebolinhos" — que cobre a praia. Discreta e quase sempre vazia.
Os mapas dos trilhos, a qualidade da água e os avisos do IPMA, sempre à mão na app. Grátis para iPhone e Android.
Descarregar a app