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Para ver e visitar

Igreja do século XVIII com um retábulo barroco de trono piramidal na capela-mor, revestida por azulejos que representam os Quatro Evangelistas.

Encostado ao castelo, incorpora um troço de muralha e um poço-cisterna árabe. A coleção arqueológica abrange oito mil anos de presença humana em Silves, do paleolítico à Idade Média.

Cruzeiro gótico-manuelino do final do século XV, terá sido oferecido à cidade pelo próprio rei D. Manuel I, numa visita em 1499. Numa face mostra uma Pietà, na outra Cristo crucificado.

Igreja do século XVI com um portal manuelino coroado por uma pinha — hoje funciona como galeria de arte.

Construída no final do século XIII, provavelmente sobre o local da antiga mesquita. A capela-mor, remodelada no estilo manuelino, guarda o túmulo do rei D. João II.

Funciona no antigo Matadouro Municipal, de 1914, um raro exemplar de arquitetura neo-árabe na região.

Estação ferroviária histórica

Igreja manuelina do início do século XVI, de três naves, com um belo arcaz barroco na sacristia e uma pequena Capela dos Ossos anexa.

Do início do século XVI, com uma importante remodelação no XVIII. Guarda uma tela da Anunciação pintada por Joaquim José Rasquinho, natural de Loulé, e um lavatório setecentista em mármore policromo.

Igreja do século XVIII, de nave única, com retábulos barrocos e um rococó na Capela do Senhor Jesus.

Ponte medieval

Mais de 2 km de areal aberto entre duas zonas húmidas — o sapal de Alcantarilha e a lagoa dos Salgados, famosa entre observadores de aves de todo o mundo. Um passadiço de madeira atravessa as dunas, algumas já fossilizadas, até um miradouro sobre a lagoa.

Barragem e paisagem

Erguido em grés vermelho pelos árabes entre os séculos VIII e XIII sobre uma colina, é considerado o melhor exemplar de arquitetura militar árabe em Portugal. No interior sobrevivem um silo de cereais e uma cisterna coberta por arcos plenos.

Deve o nome à "armação" — o aparelho de pesca — que os pescadores de Pera montavam aqui desde sempre. A leste, onde as marcas humanas se atenuam, o areal encontra-se com as dunas e a zona húmida da ribeira de Alcantarilha, onde vivem garças e borrelhos.

Ruas medievais
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