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Para ver e visitar

Mandada construir por D. Manuel no início do século XVI, tem um portal do período dos Descobrimentos e uma tela do pintor algarvio Joaquim José Rasquinho. Uma capela lateral aproveita um antigo morabito muçulmano.

Um dos sítios arqueológicos mais importantes do sul de Portugal — templos funerários megalíticos com cerca de 5000 anos, que revelam rituais e o quotidiano de uma comunidade pré-histórica inteira.

Uma pequena concha de areia cercada por rochas esculpidas pela água — e o ponto de partida para outros areais escondidos que só aparecem na baixa-mar. Debaixo de água, a vida marinha colorida faz desta enseada um bom lugar para mergulhar.

Pequena capela junto ao cemitério de Alvor, resultado da conversão ao culto católico de um antigo templo islâmico de planta quadrangular e cúpula esférica.

Uma barreira de areia com mais de 3,5 km que protege a Ria de Alvor, santuário de aves aquáticas e viveiro natural de peixe e marisco. Ao fundo, a pitoresca vila piscatória do Alvor ainda vive da maré, como sempre viveu.

No centro da praia as arribas quase desaparecem, dando lugar a uma faixa urbanizada; mas nos extremos, em direção ao Barranco das Canas ou aos Careanos, a rocha volta a subir e a vista sobre a Ponta João d'Arens compensa a caminhada.

Praia com passadiços

Circuito internacional de competição junto a Portimão, conhecido pelo desnível acentuado e curvas técnicas. Recebe provas de Fórmula 1, MotoGP e World Superbike.

Construída entre 1623 e 1629 para defender a barra do Arade, tem uma pequena capela no interior e uma das melhores vistas sobre o rio.

O nome vem dos leixões que ainda resistem ao recuo da linha de costa, como três pequenos castelos no mar. Do miradouro no topo, a vista é soberba — e nas fendas da arriba vive uma planta rara e curiosa, exclusiva da bacia do Mediterrâneo.

Batizada pela ribeira ladeada de canaviais que aqui desagua, é a primeira praia a nascente do promontório e fica bem abrigada nos dias de vento. Apesar de tão perto de Portimão, mantém um ar selvagem — um trilho pelo topo da arriba, entre pinhal, liga-a à Prainha.

Praia com enseadas

Faz parte de mais de 1 km de areal contínuo com o Amado e os Três Castelos, onde as arribas alternam entre o vermelho-vivo e tons mais claros cheios de fósseis marinhos. A descida faz-se por uma escadaria íngreme que passa pelo que resta de um antigo algar.

A leste da ria, ainda perto da vila do Alvor, esta praia ganha arribas esculpidas e leixões à medida que se aproxima da Ponta João de Arens. Na maré vazia, pequenas enseadas escondidas revelam-se entre a rocha.

Um pequeno areal tranquilo à entrada do Rio Arade, emoldurado por palmeiras e esplanadas viradas ao rio. Dali vê-se o vaivém de barcos da marina de Portimão e, na outra margem, a pitoresca vila de Ferragudo, com a serra de Monchique a marcar o horizonte.

Instalado na antiga fábrica de conservas Féu, à beira do Rio Arade, conta a história da comunidade portimonense na exposição permanente "Portimão, Território e Identidade".

Reserva natural

Erguida em finais do século XV em estilo gótico, com um portal que lembra o do Mosteiro da Batalha. Guarda o mausoléu de Diogo Gonçalves, o fundador que morreu em 1664 sem chegar a ver a igreja terminada.

Palacete neoclássico do final do século XVIII, com alguns traços barrocos, restaurado para acolher o TEMPO — Teatro Municipal de Portimão.

Uma das praias mais conhecidas de Portugal, com mais de 1 km de areal e uma animada avenida à beira-mar cheia de hotéis, esplanadas e um casino. Mesmo com tanta vida à volta, a paisagem natural continua a impor-se — vale o passeio até aos miradouros nos dois extremos.

Entre os Careanos e os Três Castelos, esta praia esconde pequenos campos de dunas em miniatura junto às arribas. Um passeio pedonal e ciclável pelo topo da arriba liga-a ao miradouro dos Três Castelos, com jardins e esplanadas a acompanhar o caminho.

Começada a construir em 1660, só abriu ao culto em 1707. As seis capelas laterais com tribunas seguem o estilo típico dos colégios jesuítas da época.

Centro da cidade

Igreja manuelina do início do século XVI, com três naves e uma remodelação posterior em estilo renascentista. Guarda imagens do século XVIII de Nossa Senhora da Graça e de São Luís.
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