Não encontrámos este concelho.
← Ver todos os concelhosAlgarve
Para ver e visitar

Na antiga casa dos Condes de Alte, dedica-se à vida e obra do poeta, dramaturgo e advogado Cândido Guerreiro, filho da terra.

Duas lagoas de água doce — raras nesta costa — dividem estas praias vizinhas, atraindo patos-reais, galeirões e o emblemático camão. Um passeio pelas dunas, através de passadiços, é tão bom para ver aves quanto para apanhar sol.

Local de romaria há séculos, esta ermida do século XVIII dá o mote à procissão anual da Mãe Soberana, uma das maiores manifestações de fé do Algarve.

As freiras franciscanas instalaram-se aqui em 1693, e o convento foi construído no início do século XVIII. Hoje acolhe a Galeria de Arte Municipal.

Irmã da praia do Loulé Velho, mas com areal mais largo, encostado às dunas e à zona húmida formada pela ribeira de Carcavai.

Instalado na antiga alcaidaria do castelo, mostra tanto achados arqueológicos como uma exposição dedicada à cozinha tradicional algarvia.

Igreja do século XVI com um notável portal manuelino. No cruzeiro, duas imagens em pedra do início do século XVI representam Jesus Crucificado e Nossa Senhora com o Menino.

Com origens no século XIII, foi reconstruída no início do século XVI em estilo manuelino. Entre o seu acervo, uma rara imagem de Nossa Senhora esculpida em marfim.

Chega-se por uma ponte de madeira com 300 metros sobre os esteiros da Ria Formosa, vendo os mariscadores em trabalho e, com sorte, flamingos junto às salinas. O observatório do lago de São Lourenço é parada obrigatória para quem gosta de aves.

Aldeia serrana tradicional

Igreja do século XVI com um portal manuelino de decoração simples, guardando imagens de Nossa Senhora de meados do século XVI e do Senhor Crucificado do século XVIII.

Pequeno templo do século XVII, de nave única e estilo despojado. O teto guarda uma pintura de 1841 do pintor louletano Joaquim José Rasquinho.

Castelo mourisco
Fonte histórica

Igreja gótica com origens em meados do século XIII, erguida sobre a antiga mesquita — a torre sineira é, na verdade, o antigo minarete muçulmano adaptado.

Já longe da agitação de Quarteira, aqui as arribas baixas e macias começam a ceder ao mar, expondo as raízes dos pinheiros que insistem em crescer à beira do abismo. Pequenas lagoas costeiras pontuam o caminho.

Quando a barra de areia impede a ribeira do Almargem de chegar ao mar, forma-se aqui uma lagoa calma — perfeita para observar corvos-marinhos a mergulhar ou garças-cinzentas à procura de comida, sem sair da toalha de praia.

Uma das maiores marinas da Europa, com centenas de lugares de amarração, restaurantes, lojas e vida noturna. Ponto de partida para passeios de barco e pesca desportiva.

Inaugurado em 1908, é um dos melhores exemplos de arquitetura revivalista do Algarve — quatro pavilhões de estilo neo-árabe, projetados pelo arquiteto lisboeta Alfredo Costa Campos.

Vizinha do Garrão Poente, partilha a mesma paisagem de dunas e lagoas de água doce que atraem aves raras nesta costa — um recanto tranquilo perto de Vale do Lobo.
Reúne achados arqueológicos descobertos em Salir desde o século XIX, com uma sala de chão de vidro e um passadiço exterior que permitem ver os vestígios no próprio lugar onde foram encontrados.

Um dos maiores complexos de lazer da Europa, com golfe, marina e casino — mas também um Parque Ambiental onde se observam aves na ribeira de Quarteira. No Museu do Cerro da Vila é possível visitar os vestígios de uma vila piscatória romana do século I.

As arribas macias e vermelhas, tão bonitas quanto vulneráveis, já obrigaram a várias operações de reposição de areia para proteger o resort de luxo à sua volta. Golfe, ténis e desportos aquáticos completam a oferta.

O caminho rural até à praia atravessa campos com pegas-azuis e poupas, passando por antigas noras. Quando o mar recua, a areia revela tanques romanos de salga de peixe — e, submersas, ruínas de um povoado piscatório cartaginês.

Fortaleza de origem árabe, reconstruída no século XIII depois da conquista aos mouros por D. Paio Peres Correia. Hoje o próprio castelo abriga o Museu Municipal.

Vila romana em Vilamoura, construída entre 27 a.C. e 14 d.C., famosa pela produção de garum — um molho de peixe exportado por todo o Império Romano.

Do convento do século XIV só resta o portal gótico da igreja, de arco quebrado, coroado por uma lápide com uma estrela de cinco pontas.

No extremo poente do sistema lagunar da Ria Formosa, já dentro do Parque Natural. Atrás das dunas, um bosque de pinheiro e sobreiro esconde coelhos e as inconfundíveis pegas-azuis.

Um dos maiores tesouros artísticos do Algarve: a cúpula da capela-mor é revestida por azulejos de 1730, obra de Policarpo de Oliveira Bernardes, contando a vida de São Lourenço painel a painel.

Dedicado à cultura da água na região, com destaque para a Paisagem Protegida da Fonte da Benémola, ali bem perto.

Antiga vila de pescadores que se tornou destino turístico sem perder o essencial: barcos ainda amarrados no extremo poente, e peixe fresco grelhado à mesa dos restaurantes do Calçadão.

Hub de arte e design
Os mapas dos trilhos, a qualidade da água e os avisos do IPMA, sempre à mão na app. Grátis para iPhone e Android.
Descarregar a app