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Para ver e visitar

Envolvida por um denso pinhal de pinheiros-mansos, com uma fila de palmeiras altas a acompanhar o pequeno passeio central. Caminhando para nascente, a praia vai ficando cada vez mais tranquila.

O caminho a pé passa por oliveiras e alfarrobeiras centenárias antes de chegar a esta pequena enseada abrigada. Na arriba, junto ao Alto da Coelha, encontram-se fósseis marinhos incrustados na rocha.

Uma concha de areia pequena, encaixada entre rochas de formas caprichosas. A leste, uma plataforma rochosa revela, na baixa-mar, toda uma vida marinha à espera de quem gosta de explorar de máscara e barbatanas.

Ruas estreitas e casas caiadas de branco no centro histórico de Albufeira, com bares, restaurantes e lojas junto à praia. Ponto de partida para explorar as praias e falésias da vila.

Pequena e rochosa, com enormes blocos cobertos de algas espalhados pela linha de água. O trilho pelo topo da arriba mostra formas esculpidas pelo tempo que valem a caminhada.

Como o nome sugere, aqui as arribas da Falésia baixam e dão lugar a campos agrícolas — as estufas de tomate ali perto já lhe valeram a alcunha de "Praia dos Tomates". Coelhos, raposas e poupas vivem nos pinhais em redor.

A primeira praia a nascente da marina, mesmo no coração da cidade velha. Um túnel escavado na arriba liga as ruelas do centro histórico a uma varanda sobre o mar — ou desce-se de elevador pelo lado poente.

O nome vem de uma antiga fábrica de conservas de uma família alemã que existiu aqui. Menos urbana que as praias a poente, a arriba ganha aqui formas mais orgânicas, esculpidas pela água das chuvas.

Templo do século XVII remodelado no XVIII, com um retábulo barroco e paredes forradas de azulejos policromos.

Também chamada Praia dos Três Penecos, pelos três enormes leixões que dominam o horizonte — um deles com uma verdadeira janela esculpida pelo mar. Nadar aqui é como entrar numa piscina rochosa gigante.

Desce-se até à praia por um barranco fresco, ladeado por buganvílias e sobreiros. Do extremo nascente parte o trilho da Torre da Medronheira, que segue pela crista da arriba até aos Olhos d'Água.

De origem quinhentista, reconstruída no início do século XVIII, funciona hoje como museu de arte sacra, reunindo peças vindas de igrejas de todo o concelho.

Já foi o coração da pesca artesanal de Albufeira, antes de os barcos se mudarem para a marina. Hoje o largo à entrada virou uma praça animada, e escadas rolantes descem a arriba para quem prefere não usar as pernas.

Vizinha da Lagoa dos Salgados, uma zona húmida onde no inverno pousam corvos-marinhos e galeirões. Uma extensa rede de passadiços atravessa as dunas, ligando esta praia à Praia Grande a poente e à Galé a nascente.

Depois do maciço rochoso que fecha a baía de Albufeira a leste, esta pequena enseada abre a vista até Vilamoura. O areal forma uma piscina natural tranquila, e um trilho pelo topo da arriba leva até ao Forte de São João.

Deve o nome às nascentes de água doce que ainda brotam da areia na baixa-mar — os "olhos d'água" que também batizaram a vila de pescadores à volta. É a primeira praia rochosa depois da longa faixa arenosa a poente.

A antiga mesquita da cidade foi convertida em capela em 1499, ganhando o estilo tardo-gótico que ainda se vê hoje.

Pequena igreja do século XVIII, com a capela-mor coberta por uma cúpula e um retábulo rococó em talha policromada.

Parque temático com espetáculos de golfinhos e leões-marinhos, aquário e zonas aquáticas. Um dos parques de diversão e conservação marinha mais visitados do Algarve.

Do século XVI, mas muito remodelada nos séculos XVIII e XIX — ainda se veem elementos manuelinos misturados com pormenores renascentistas.

Igreja do século XVII com um altar-mor em talha dourada do século XVIII e painéis de azulejos figurativos barrocos nas paredes laterais.

O nome vem de uma formação rochosa que lembra as ameias de um castelo, no extremo leste da praia. Entre os recantos escondidos e os leixões, é fácil avistar falcões e corvos-marinhos que fazem destas rochas o seu ninho.

O nome vem dos coloridos abelharucos que escavam ninhos nesta arriba, onde a rocha calcária do barlavento começa a ceder lugar às arribas mais macias que continuam até Loulé. O areal contínuo só é interrompido pela marina de Vilamoura, 5,5 km a nascente.

De origem no século XVI e reconstruída no XVIII, é um testemunho da devoção antiga da comunidade piscatória de Albufeira a Nossa Senhora da Orada.

Deve o nome ao hotel que se ergue numa varanda rochosa a meio do areal. O passeio pelo topo da arriba oferece vistas sobre o casario branco de Albufeira, de um lado, e sobre as unidades hoteleiras, do outro.

Um dos sete castelos simbolizados na bandeira nacional, construído pelos árabes no século XII e conquistado em 1280. É um raro exemplo de arquitetura militar muçulmana em taipa, ainda hoje marcado pelos danos do terramoto de 1755.

Ruínas árabes e medievais

Quase 1 km de areal que muda de personalidade a meio caminho: turística e urbana a poente, cada vez mais selvagem depois da Pedra dos Bicos, uma formação rochosa que avança sobre o mar.

Ampla praia junto à foz da ribeira de Quarteira e à marina de Vilamoura. Passadiços elevados atravessam as dunas até ao Caniçal de Vilamoura, onde é possível avistar garças-cinzentas, camões e até lontras.

Um dos exemplares mais notáveis de arquitetura neoclássica do Algarve, do final do século XVIII. Guarda a imagem rococó da padroeira Nossa Senhora da Conceição, com uns invulgares dois metros e quarenta de altura.

Aqui o mar esculpiu a Ponte Pequena e o Ninho das Andorinhas, duas das formações rochosas mais fotografadas do Algarve. Ao amanhecer ou ao fim da tarde, vale a pena reparar nos cristais de sal a brilhar nas folhas da salgadeira.

Instalado no antigo edifício dos Paços do Concelho, mostra numa exposição permanente a história de Albufeira desde a Pré-história até ao século XVII.

Quase 6 km de areal contínuo, com arribas altas que alternam entre o vermelho vivo e o branco, coroadas de pinheiro-manso. São estas mesmas arribas, ao desgastarem-se, que alimentam a praia com areia nova.

Marca o limite leste da grande baía de Armação de Pêra, onde as rochas voltam a aparecer entre a areia. São ricas em fósseis marinhos — os "concheiros" — testemunhas de um tempo em que o mar chegava mais longe.
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